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Dia Mundial de Combate a Violência Contra a Pessoa Idosa - 15 de junho de 2010
O envelhecimento populacional é, sem dúvida, um fenômeno mundial e vem acontecendo de maneira acelerada causando uma série de transformações principalmente sociais e econômicas, além de muitas preocupações. Uma delas é o aumento da violência contra a pessoa idosa. E a maioria dos casos ocorre principalmente no contexto familiar.
No Brasil, as violências contra idosos se expressam em tradicionais formas de discriminação, são freqüentes as denúncias de maus-tratos e negligências. E no lar onde convive com a família, que é a chave da sociedade, o elemento básico, não como lugar, mas sim como relação, que ocorre choque de gerações.
Assim, buscando romper com esse pacto do silêncio a Organização das Nações Unidas (ONU), declarou o dia 15 de junho como Dia Mundial de Conscientização da Violência à Pessoa Idosa.
O Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa tem com principal objetivo sensibilizar a sociedade civil sobre as mais diversas formas de violências que as pessoas idosas sofrem em seus lares, nas instituições ou nos espaços públicos.
É preciso formar uma consciência para denunciar e romper com esse ciclo de violência e proteger nossos idosos.
Membros da Pastoral da Pessoa Idosa está participando de vários eventos junto com a sociedade civil organizada. Temos notícias de eventos nas dioceses de Santa Maria - RS, Caicó - RN, Guarabira - PB, Curitiba - PR, Brasília - DF, Palmas e Francisco Beltrão - PR, São Paulo - SP, Barreiras - BA, Medeiros Neto - BA entre muitos outros eventos.
Veja abaixo a programação da Diocese de Caicó - RN
Fórum Caicoense da Pessoa Idosa
Semana da Pessoa Idosa “De Bem com a Vida”
15 a 22 de Junho de 2010
“Que cada Comunidade acompanhe com uma compreensão amorosa
todos os que envelhecem" (João Paulo II)
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Entrevista da Irmã Terezinha sobre histórico e missão da Pastoral da Pessoa Idosa
Em entrevista para a Canção Nova, Irmã Terezinha contou o histórico da Pastoral da Pessoa Idosa, a sua missão e o trabalho realizado pelos líderes da Pastoral da Pessoa Idosa. Acesse a gravação abaixo e também sobre a metodologia, objetivos e o Guia do Líder, que orienta as ações dos líderes da PPI.
As mãos de Nossa Senhora zelam pela missão da irmã Terezinha Tortelli de um modo todo particular. Desde o dia 18 de maio, a religiosa gaúcha de 56 anos é a nova coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa (PPI). Ela define assim seu trabalho: "Realmente é uma missão. Desde o primeiro momento coloquei-me nas mãos de Deus e Nossa Senhora. Disse para ela: 'A missão que teu filho Jesus colocou nas minhas mãos, eu coloco nas tuas. Vá a minha frente, vou te seguir. Quero ser fiel, servidora, discípula, missionária, seguindo os passos de Jesus e comigo levar muita gente, para sermos continuadores da missão do Senhor". .: OUÇA irmã Terezinha falando sobre criação da Pastoral .: OUÇA irmã Terezinha falando sobre missão da Pastoral .: OUÇA irmã Terezinha falando sobre trabalho da Pastoral A indicação de irmã Terezinha, feita pelo presidente do Conselho Diretor da PPI, Dom José Antonio Peruzzo, foi homologada e ratificada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A freira concentra o foco de sua missão na busca de melhorias na qualidade de vida das pessoas idosas desde 1993, quando os cuidados com a terceira idade ainda eram um projeto integrante da Pastoral da Criança, fundada pela doutora Zilda Arns, falecida em janeiro deste ano durante o terremoto que abalou o Haiti. Em 2004, quando a Assembleia Geral da CNBB criou a Pastoral da Pessoa Idosa, ela foi convidada por Zilda - também fundadora dessa Pastoral - a se tornar secretária-executiva da nova entidade. Braço direito da médica sanitarista brasileira que dedicou a vida à missão de salvar vidas através das Pastorais que incentivou, irmã Terezinha percebeu que a morte da companheira e amiga não poderia significar o fim. "Há 17 anos trabalhando junto com a doutora Zilda, senti que a missão não poderia terminar ali, mas continuar", ressalta. A PPI também é parceira para a construção da Rede Nacinoal de Apoio e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa (Renadi), tema tanto da 1ª (2006) quanto da 2ª (2009) Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa.
Pastoral da Pessoa Idosa (PPI) A Pastoral da Pessoa Idosa está presente em 26 Estados, 174 dioceses, 1.239 paróquias em 5.005 comunidades de 826 municípios brasileiros. O trabalho pastoral é feito por 19.776 líderes comunitários capacitados que acompanham 175.976 pessoas idosas e 140.282 famílias. .: Metologia da PPI .: Objetivos da PPI .: Guia do líder da PPI
Entrevista para Canção Nova - Leonardo Meira - reporter
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Ir. Terezinha Tortelli é a nova Coordenadora Nacional da
Pastoral da Pessoa Idosa
Foi divulgado hoje o nome da nova Coordenadora Nacional da Pastoral da Pessoa Idosa, indicada pelo Presidente do Conselho Diretor da Pastoral da Pessoa Idosa, Dom José Antônio Peruzzo. A indicação foi homologada e ratificada pela CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
Após a morte trágica da fundadora e coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa, Dra. Zilda Arns Neumann, ocorrida no terremoto do Haiti, no dia 12 de janeiro de 2010, Irmã Terezinha continuou seu trabalho como secretária executiva da entidade, função que ocupa desde a sua fundação. Agora, como nova Coordenadora Nacional, ela assume o cargo como uma missão, disposta a dar continuidade ao trabalho iniciado em todo o Brasil pela Dra. Zilda e pronta para assumir e enfrentar os novos desafios de buscar mais vida e dignidade para as pessoas idosas em nosso país.
A Pastoral da Pessoa Idosa está presente em 26 Estados, 174 dioceses, 1.237 paróquias em 4.997 comunidades de 825 municípios brasileiros. O trabalho pastoral é feito por 19.761 líderes comunitários capacitados que acompanham 175.822 pessoas idosas e 140.180 famílias.
No dia 18 de maio, Dom José Antônio Peruzzo, presidiu a celebração eucarística, na Capela da Medalha Milagrosa, e deu posse para Ir. Terezinha Tortelli como a nova coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa. A celebração contou com a presença dos membros do Conselho Diretor, Econômico e Fiscal da Pastoral da Pessoa Idosa, equipe da coordenação nacional, diocese de Curitiba e Paranaguá, pessoas da Pastoral da Criança e uma presença expressiva das Irmãs Filha da Caridade, inclusive a Provincial Ir. Paula Pereira Alves.
Dom Peruzzo destacou a dimensão do serviço na Pastoral da Pessoa Idosa e pediu para a Ir. Terezinha vestir o "aventaldo serviço", assim como fez Jesus, quando foi lavar os pés dos díscípulos. Ele fez a imposição das mãos sob a nova coordenadora e abençou a missão.
Ir.Terezinha, parabéns pela nova missão, conte com nossas orações e dedicação nas ações da Pastoral da Pessoa Idosa.
Leia Mais o breve perfil da Ir. Terezinha
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“O bispo emérito é uma bênção na Igreja”, diz logo no início da entrevista e adverte: “Alguns bispos eméritos estão trabalhando muito mais do que antes, inclusive, sem ter aquelas tarefas do governo diocesano”, parte da entrevista que Dom Angélico Sandalo Bernardino, bispo emérito de Blumenau (SC), concedeu durante a Assembléia dos Bispos do Brasil, em Brasília.
AI - Atualmente a Igreja no Brasil conta com 149 bispos eméritos. Qual o papel desempenhado pelo bispo emérito?
Dom Angélico - O bispo emérito é uma bênção na Igreja. A medida do Vaticano II, para que o bispo emérito entregue aos 75 anos o governo da diocese nas mãos do Santo Padre é das mais salutares. Nós, como bispos eméritos, temos no coração a nossa diocese da qual fomos bispos diocesanos; temos todo o Regional, toda a Igreja no Brasil e toda a humanidade pela qual nós somos convidados a interceder a Deus. Isso porque tem muita coisa bonita acontecendo na Igreja, mas tem também dores, sofrimentos. Estamos na condição de Nazaré, com Jesus na carpintaria com Maria e com José, orantes nessas intenções. Depois é bom que se diga: não é aposentadoria sermos bispos eméritos e nem velhice é sinônimo de invalidez. Enquanto Deus nos dá saúde, precisamos dar o melhor de nós pela construção do Reino de Deus. Alguns bispos eméritos estão trabalhando muito mais do que antes, inclusive, sem ter aquelas tarefas do governo diocesano.
AI - Quando nasceu a figura do bispo emérito e quais as ações da Subcomissão que o senhor preside?
Dom Angélico - Somos novos relativamente na Igreja. Apesar de estarmos na terceira idade, começamos com o Vaticano II que se encerrou em 1965. Além dos trabalhos que eu já citei, nós também estamos fazendo um esforço muito bonito, para um aprofundamento teológico do bispo emérito. Então o aprofundamento teológico é um ponto muito importante. Além disso, também estamos trabalhando para que em cada Regional [da CNBB] tenha um bispo referencial no acompanhamento ao bispo emérito. Já fizemos um encontro nacional e já estamos organizando outros, para que a vida e o ministério do bispo emérito dentro da Igreja possam ser reconhecidos e valorizados.
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